Venclexta 100mg, caixa com 120 comprimidos revestidos
Princípio ativo: Venetoclax
Fabricante: AbbVie
Indicações
Leucemia Linfocítica Crônica
Venclexta® (venetoclax) em monoterapia está indicado para o tratamento da Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) em pacientes adultos:
Na presença de deleção 17p e/ou mutações no TP53 e que receberam tratamento prévio com inibidor de receptor de célula B (BCRi), ou que a critério médico, não sejam elegíveis ao inibidor de receptor de célula B;
Na ausência de deleção 17p e/ou mutações no TP53 e que receberam tratamento prévio com imuno-quimioterapia e inibidor de receptor de célula B.
Leucemia Mieloide Aguda
Venclexta® (venetoclax), em combinação com um agente hipometilante, ou em combinação com citarabina em baixa dose, é indicado para pacientes recémdiagnosticados com Leucemia Mieloide Aguda (LMA) e que são inelegíveis para quimioterapia intensiva, a critério do médico.
Contraindicações
Em pacientes com LLC, Venclexta® (venetoclax) não deve ser administrado em combinação a outros medicamentos que inibam fortemente a enzima do fígado CYP3A, no início do tratamento e durante a fase de escalonamento de dose.
Como usar
Venclexta (venetoclax) deve ser administrado por via oral, uma vez ao dia, até que seja observada a progressão da doença ou uma toxicidade inaceitável do paciente. Você deve administrar os comprimidos de Venclexta (venetoclax) com água e durante as refeições, preferencialmente sempre no mesmo horário do dia. Venclexta (venetoclax) deve ser ingerido inteiro, não podendo ser mastigado, esmagado ou partido antes da ingestão.
Para ajudar a evitar a Síndrome da Lise Tumoral (SLT), é muito importante manter-se hidratado e beber água todos os dias enquanto estiver tomando Venclexta (venetoclax). Especialmente nos 2 dias anteriores (Dia de Preparo 1 e Dia de Preparo 2) do início do tratamento da sua primeira dose de Venclexta (venetoclax), e a cada vez que a dose for aumentada beba bastante água (06 a 08 copos ou 1,5 a 2L) durante todos os dias de tratamento com Venclexta (venetoclax).
Beba bastante água durante a administração de Venclexta (venetoclax), isso ajuda a reduzir o risco da Síndrome da Lise Tumoral (SLT). Durante as primeiras 04 semanas de tratamento, um guia calendário é disponibilizado para auxiliá-lo a acompanhar a quantidade de medicamento (concentração e número de comprimidos) e a quantidade de água que você deve tomar nos dias determinados. Preencha a data da tomada de dose no calendário de cada semana mantendo assim um acompanhamento de sua dose e da quantidade de água a ser ingerida (06 a 08 copos ou 1,5 a 2L) nos dias marcados com “Beba água”.
Não coma ou tome suco de toranja (grapefruit), laranja-azeda (inclusive geleia) e carambola enquanto estiver usando Venclexta (venetoclax). Estes produtos podem aumentar a quantidade de venetoclax no sangue.
Posologia do Venclexta
Precauções
Venclexta® (venetoclax) deve ser administrado por via oral, uma vez ao dia, até que seja observada a progressão da doença ou uma toxicidade inaceitável do paciente. O paciente deve administrar os comprimidos de Venclexta® (venetoclax) com água e durante as refeições, preferencialmente sempre no mesmo horário do dia. Venclexta® (venetoclax) deve ser ingerido inteiro, não podendo ser mastigado, esmagado ou partido antes da ingestão.
Para ajudar a evitar a Síndrome da Lise Tumoral (SLT), é muito importante manter-se hidratado. Beba bastante água (06 a 08 copos ou 1,5 a 2L) durante todos os dias de tratamento com Venclexta® (venetoclax), especialmente nos dois dias anteriores (Dia de Preparo 1 e Dia de Preparo 2) do início do tratamento da sua primeira dose de Venclexta® (venetoclax), e a cada vez que a dose for aumentada.
Beba bastante água durante a administração de Venclexta® (venetoclax), isso ajuda a reduzir o risco da Síndrome da Lise Tumoral (SLT). Durante as primeiras 04 semanas de tratamento, um guia calendário é disponibilizado para auxiliá-lo a acompanhar a quantidade de medicamento (concentração e número de comprimidos) e a quantidade de água que você deve tomar nos dias determinados. Preencha a data da tomada de dose no calendário de cada semana mantendo assim um acompanhamento de sua dose e da quantidade de água a ser ingerida (06 a 08 copos ou 1,5 a 2L) nos dias marcados com “Beba água”.
Não coma ou tome suco de toranja (grapefruit), laranja-azeda (inclusive geleia) e carambola enquanto estiver usando Venclexta® (venetoclax). Estes produtos podem aumentar a quantidade de venetoclax no sangue.
Posologia do Venclexta
Leucemia Linfocítica Crônica
Venclexta® (venetoclax) é um medicamento de uso crônico e a duração do tratamento será de acordo com cada paciente. O seu médico indicará a duração do tratamento. Sempre tome o seu medicamento exatamente de acordo com as orientações de seu médico.
Você iniciará o tratamento com uma pequena dose de Venclexta® (venetoclax) por uma semana e gradualmente, seu médico aumentará a dose nas quatro semanas seguintes até a dose padrão completa. Tome a sua dose com a primeira refeição do dia e sempre no mesmo horário.
Se você estiver tomando medicamentos que podem ter interação com Venclexta® (venetoclax), o seu médico pode optar por reduzir a dose inicial. Informe o seu médico sobre qualquer medicamento que você esteja, ou possa estar tomando.
A dose inicial de Venclexta® (venetoclax) comprimidos revestidos é de 20 mg (dois comprimidos de 10 mg), uma vez ao dia, por sete dias (Semana 01).
A dose de Venclexta® (venetoclax) deve ser administrada de acordo com o escalonamento de dose semanal durante o primeiro mês de tratamento até uma dose diária recomendada de manutenção de 400 mg (quatro comprimidos de 100 mg) a partir da Semana 05, conforme apresentado na tabela a seguir. O escalonamento de dose em cinco semanas, durante o primeiro mês de tratamento é desenhado para reduzir gradualmente a carga tumoral (diminuição do volume) e o risco da Síndrome de Lise Tumoral (SLT).
Tabela 01. Escalonamento de Dose durante o primeiro mês de tratamento em pacientes com LLC
| Semana | Dose Diária de Venclexta® (venetoclax) |
| 01 | 20 mg (02 comprimidos de 10 mg) |
| 02 | 50 mg (01 comprimido de 50 mg) |
| 03 | 100 mg (01 comprimido de 100 mg) |
| 04 | 200 mg (02 comprimidos de 100 mg) |
| A partir da Semana 05 | 400mg (04 comprimidos de 100 mg) |
Leucemia Mielóide Aguda
A dose de Venclexta® (venetoclax) para o tratamento de pacientes com Leucemia Mielóide Aguda depende do agente de combinação. O esquema posológico de Venclexta® (venetoclax) (incluindo o escalonamento de dose) é apresentado na Tabela a seguir (Tabela 02). Iniciar o agente hipometilante ou citarabina em baixa dose no Dia 1.
Tabela 02. Cronograma de dosagem para a fase de Escalonamento de Dose em Pacientes com LMA
| Dia | Dose Diária de Venclexta® (venetoclax) | |
| 1 | 100 mg | |
| 2 | 200 mg | |
| 3 | 400 mg | |
| A partir do dia 4 | 400 mg em combinação com um agente hipometilante | 600 mg Em combinação com citarabina em baixa dose |
Venclexta® (venetoclax), em combinação com um agente hipometilante ou citarabina em baixa dose, deve ser continuado até que a progressão da doença ou toxicidade inaceitável sejam observadas.
Avaliação do Risco de Síndrome da Lise Tumoral (SLT)
Pacientes tratados com Venclexta® (venetoclax) podem desenvolver SLT. Consulte a seção apropriada abaixo para detalhes específicos sobre o seu gerenciamento.
Leucemia Linfocítica Crônica
Venclexta® (venetoclax) pode causar uma redução rápida do tumor e, com isso, apresentar um risco de SLT nas primeiras cinco semanas, durante o escalonamento da dose no primeiro mês de tratamento. Podem ocorrer alterações nos eletrólitos, consistentes com SLT, que requerem um gerenciamento rápido pelo seu médico, já nas primeiras 06- 08 horas após a primeira dose do produto e a cada aumento de dose.
O risco de SLT é contínuo e baseado em múltiplos fatores, incluindo comorbidades. Pacientes com uma alta carga tumoral (por exemplo, qualquer linfonodo com diâmetro maior ou igual a 5 cm ou uma contagem absoluta de linfócitos alta [CAL ≥ 25×109 /L]) tem um risco elevado de SLT quando o tratamento com Venclexta® (venetoclax) é iniciado. A função renal reduzida (clearance de creatinina [CrCl]<80 mL/min) aumenta ainda mais este risco. O risco pode diminuir com a diminuição da carga tumoral durante o tratamento com Venclexta® (venetoclax).
O médico deve realizar avaliações da carga tumoral, incluindo avaliação radiográfica (por exemplo, tomografia computadorizada). Avaliações da composição sanguínea (creatinina, ácido úrico, potássio, fósforo e cálcio) devem ser realizadas em todos os pacientes, como também a correção de anormalidades preexistentes antes do início do tratamento com Venclexta® (venetoclax).
Profilaxia para a Síndrome da Lise Tumoral
Leucemia Linfocítica Crônica
As medidas profiláticas listadas a seguir devem ser seguidas pelo seu médico. Caso haja um aumento geral do risco, devem-se empregar medidas mais intensas (incluindo hospitalização).
Hidratação:
Garantir hidratação adequada antes do início do tratamento com Venclexta® (venetoclax) e durante o escalonamento de dose, especialmente no primeiro dia de cada escalonamento de dose. A administração intravenosa de fluídos é indicada baseando-se no risco geral de SLT ou para pacientes que não mantêm uma hidratação oral adequada.
Agentes anti-hiperuricêmicos:
Administrar agentes que reduzem o ácido úrico (por exemplo, alopurinol) em pacientes que apresentarem altos níveis de ácido úrico ou risco de SLT. Iniciar o tratamento entre 2 e 3 dias antes do início da terapia com Venclexta® (venetoclax) e considerar a continuação durante o escalonamento de dose.
Avaliações laboratoriais
Pré-dosagem:
Para todos os pacientes, monitorar a composição sanguínea antes do início do tratamento com Venclexta® (venetoclax) para avaliar a função renal e para corrigir anormalidades preexistentes. Verificar a composição sanguínea antes do início de cada escalonamento de dose de Venclexta® (venetoclax).
Pós-dosagem:
Para pacientes com risco de SLT, monitorar a composição sanguínea nas 06-08 horas e 24 horas após o início do uso de Venclexta® (venetoclax). Corrigir prontamente as anormalidades de eletrólitos e não administrar a próxima dose até que os resultados da composição sanguínea de 24 horas seja avaliada. Seguir o mesmo cronograma de monitoramento no início da dose de 50 mg e, em seguida, para os pacientes que continuam em risco, em doses subsequentes de escalonamento. Os exames de sangue devem ser realizados durante as primeiras 05 semanas de tratamento para o acompanhamento dos eventos adversos.
Hospitalização
Com base na avaliação médica, alguns pacientes, especialmente os que apresentam um risco maior de SLT, podem exigir hospitalização na primeira dose de Venclexta® (venetoclax) para medidas profiláticas mais intensivas e monitoramento após as primeiras 24 horas. Considerar a hospitalização também para cada escalonamento de dose subsequente baseando-se na reavaliação do risco.
Leucemia Mielóide Aguda
As medidas profiláticas listadas a seguir devem ser adotadas:
Todos os pacientes devem ter uma contagem de glóbulos brancos <25 × 109 / L antes do início da terapia com Venclexta® (venetoclax) e pode ser necessária a citorredução antes do início do tratamento.
Todos os pacientes devem receber medidas profiláticas, incluindo hidratação adequada e agentes anti-hiperuricêmicos antes do início da primeira dose e durante a fase de escalonamento de dose.
Realize a avaliação bioquímica (potássio, ácido úrico, fósforo, cálcio e creatinina) e corrija as anormalidades preexistentes antes do início do tratamento com Venclexta® (venetoclax).
Monitore os parâmetros bioquímicos sanguíneos para SLT na pré-dose, 6 a 8 horas após cada nova dose durante o escalonamento de dose, e 24 horas após atingir a dose final.
Para pacientes com fatores de risco para SLT (como por exemplo, blastos circulantes, alta carga de leucemia na medula óssea, níveis elevados de LDH no pre-tratamento inicial ou redução da função renal), medidas adicionais devem ser consideradas, incluindo aumento da monitorização laboratorial e redução da dose inicial.
Alteração da Dose Baseada na Toxicidade
Leucemia Linfocítica Crônica
Pode ser necessário a interrupção e/ou redução da dose pelo seu médico. Para pacientes que tiveram uma interrupção da dose por mais de uma semana durante as primeiras 05 semanas de escalonamento de dose ou por mais de duas semanas após completar a fase de escalonamento de dose, o risco da Síndrome de Lise Tumoral (SLT) deverá ser avaliado novamente para determinar se a reintrodução será com uma dose reduzida (por exemplo, por todas ou por algumas etapas de escalonamento de dose).
Alteração da Dose pela Síndrome da Lise Tumoral (SLT)
Se o paciente apresentar alterações na composição sanguínea que sugerem a SLT, o médico deverá interromper a dose do dia seguinte. Se as alterações forem resolvidas dentro de 24-48 horas da última dose, retome o tratamento com Venclexta® (venetoclax) com a mesma dose. Para eventos de SLT clínicos ou alterações na composição sanguínea que exigem mais de 48 horas para resolução, reiniciar o tratamento com uma dose reduzida.
Alteração da Dose por outras toxicidades
Interromper o tratamento com Venclexta® (venetoclax) por qualquer toxicidade não-hematológica de grau 3 ou 4, febre ou infecção por neutropenia de grau 3 ou 4, toxicidade hematológica de grau 4, exceto linfopenia. Para reduzir o risco de infecção associado com neutropenia, pode ser coadministrado à Venclexta® (venetoclax) um fator estimulador de colônia de granulócitos (G-CSE), se clinicamente indicado. Uma vez que a toxicidade diminua para grau 01 ou para o nível basal, a terapia com Venclexta® (venetoclax) pode ser retomada com a mesma dose.
Se a toxicidade reaparecer, e por qualquer ocorrência subsequente, siga as diretrizes de redução de dose da Tabela 2 quando o tratamento for retomado com Venclexta® (venetoclax) após a sua resolução. Pode ocorrer uma redução de dose maior a critério do médico.
Para pacientes que necessitam de uma redução de dose menor que 100 mg por mais de duas semanas, considerar a interrupção do tratamento com Venclexta® (venetoclax).
Tabela 03. Redução de Dose pela Toxicidade durante o tratamento com Venclexta® (venetoclax)
| Dose na Interrupção | Dose de Retomadaa |
| 400 mg | 300 mg |
| 300 mg | 200 mg |
| 200 mg | 100 mg |
| 100 mg | 50 mg |
| 50 mg | 20 mg |
| 20 mg | 10 mg |
a Continue a dose de retomada por uma semana antes de aumentar a dose.
Leucemia Mielóide Aguda
Realizar o monitoramento da contagem sanguínea de modo frequente através do grau das citopenias. O manejo de algumas reações adversas podem requerer a interrupção da dose ou a descontinuação permanente de Venclexta® (venetoclax). A Tabela a seguir mostra as diretrizes de modificação de dose para toxicidades hematológicas.
Tabela 04. Modificações de dose recomendadas para toxicidadesa
| Evento | Ocorrência | Ação |
| Toxicidades Hematológicas | ||
| Neutropenia de grau 4, com ou sem febre ou infecção; ou trombocitopenia de Grau 4
|
Ocorrência antes de atingir a remissão | Transfusão de hemoderivados, administrar antimicrobianos profiláticos e terapêuticos, conforme indicação clínica. Na maioria dos casos, Venclexta® (venetoclax) e o agente hipometilante, ou ciclos de citarabina em baixa dose, não devem ser interrompidos devido à citopenias, até que se atinja a remissão. |
| Primeira ocorrência após atingir a remissão e com duração de pelo menos 7 dias | Atrasar o ciclo de tratamento subsequente de Venclexta® (venetoclax) e o agente hipometilante ou citarabina em baixa dose e monitorar a contagem sangüínea. O fator estimulador de colônias de granulócitos (G-CSF) pode ser administrado se clinicamente indicado para neutropenia. Uma vez que a toxicidade tenha sido resolvida para Graus 1 ou 2, a terapia com Venclexta® (venetoclax) pode ser retomada na mesma dose em combinação com agente hipometilante ou citarabina em baixa dose | |
| Ocorrências subsequentes em ciclos após atingir a remissão e com duração de 7 dias ou mais | Atrasar o ciclo de tratamento subsequente de Venclexta® (venetoclax) e agente hipometilante ou citarabina em baixa dose e monitorar as contagens sanguíneas
O G-CSF pode ser administrado se clinicamente indicado para neutropenia. Uma vez que a toxicidade tenha sido resolvida para Grau 1 ou 2, a terapia com Venclexta® (venetoclax) pode ser retomada na mesma dose e a duração reduzida em 7 dias para cada ciclo subseqüente |
|
a As reações adversas foram classificadas usando a classificação NCI CTCAE versão 4.0
Alteração da Dose pelo uso de Inibidores da CYP3A
O uso concomitante de Venclexta® (venetoclax) com inibidores fortes ou moderados da CYP3A aumentou a exposição de venetoclax (ex: Cmax e AUC) podendo aumentar o risco de SLT no início ou durante a fase de escalonamento de dose. Em pacientes com LLC, o uso concomitante de Venclexta® (venetoclax) e um inibidor forte da CYP3A é contraindicado no início e durante a fase de escalonamento de dose.
Em todos os pacientes, se um inibidor da CYP3A deve ser utilizado, Siga as recomendações para gerenciar as interações medicamentosas que são apresentadas na Tabela 05. Monitorar de perto os pacientes para quaisquer sinais de toxicidade.
A mesma dose de Venclexta® (venetoclax) deve ser retomada entre 2 e 3 dias após a interrupção do inibidor da CYP3A.
Tabela 05. Gerenciamento do potencial de interações de Venclexta® (venetoclax) com Inibidores da CYP3A

a Nos pacientes com LLC, evitar o uso concomitante de Venclexta® (venetoclax) com inibidores fortes ou moderados de CYP3A. Considere medicamentos alternativos ou reduza a dose de Venclexta® (venetoclax) conforme descrito na Tabela 05.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Venclexta?
Se você se esquecer de tomar uma dose de Venclexta® (venetoclax) no período de 8 horas do horário em que normalmente toma, deverá tomá-la assim que possível, retomando o tratamento normalmente, de acordo com o escalonamento de dose e o horário habitual.
Se você se esquecer de tomar uma dose por mais de 08 horas do horário em que normalmente toma, entre em contato com o seu médico. A dose esquecida não deverá ser tomada, retomando o esquema de administração no dia seguinte, de acordo com o escalonamento de dose e o horário habitual.
Se você vomitar após a tomada da dose, não deverá ser tomada uma dose adicional no dia. A próxima dose prescrita deverá ser tomada no horário habitual.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Efeitos colaterais
Experiência durante os estudos clínicos
A segurança de Venclexta® (venetoclax) baseia-se em dados obtidos de 352 pacientes tratados com Venclexta® (venetoclax) em dois estudos clínicos de Fase 2 e um de Fase 1. Os estudos envolviam pacientes com LLC tratados previamente, incluindo 212 pacientes com a deleção 17p e 148 pacientes que apresentaram falha com inibidor da via do receptor de célula B. Os pacientes foram tratados com 400 mg de Venclexta® (venetoclax) em monoterapia uma vez ao dia após o período de escalonamento de dose. As reações adversas graves mais frequentemente relatadas (≥ 2%) que não foram relacionadas à progressão da doença foram pneumonia e neutropenia febril. Interrupções do tratamento devido à eventos adversos não relacionadas à progressão da doença ocorreram em 9% dos pacientes.
Reduções de dose devido aos eventos adversos ocorreram em 13% dos pacientes. As interrupções da dose devido a eventos adversos ocorreram em 36% dos pacientes. Dos eventos adversos mais frequentes (≥ 4%), a neutropenia foi o evento adverso identificado que levou a reduções de dose ou interrupções (5% e 4%, respectivamente).
As reações adversas são apresentadas por órgão de sistema e por frequência. As frequências são definidas como muito comum (≥1/10); comum (≥1/100 a <1/10); incomum (≥1/1.000 a <1/100); raro (≥1/10,000 a <1/1.000); muito raro (<1/10.000); desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, os efeitos indesejáveis são apresentados em ordem decrescente de severidade.
As reações adversas identificadas em 3 ensaios com pacientes com LLC previamente tratados utilizando um agente único, Venclexta® em monoterapia são apresentadas abaixo:
Alterações no sistema sanguíneo e linfático
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Meutropeniaa , anemiab , linfopeniac.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Neutropenia febril.
Alterações gastrointestinais
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Diarreia, vômito, náusea, constipação.
Alterações gerais e condições do local de aplicação
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Fadiga.
Infecções e infestações
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecção do trato respiratório superior, pneumonia.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecção do trato urinário.
Investigações
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Aumento da creatinina no sangue.
Alterações no metabolismo e nutriçãod
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Hipercalemiae, hiperfosfatemiaf, hipocalcemiag.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Síndrome da Lise Tumoralh , hiperuricemiai.
a Neutropenia: diminuição da contagem de neutrófilos (glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo).
b Anemia: diminuição de hemoglobina.
c Linfopenia: diminuição da contagem de linfócitos.
d Reações adversas para este sistema corporal são relatadas para pacientes que seguiram o esquema de escalonamento de dose de 05 semanas e profilaxia de SLT e monitoramento de dose descrito na seção.
e Hipercalemia: aumento de potássio no sangue.
f Hiperfosfatemia: aumento do fósforo no sangue.
g Hipocalcemia: diminuição do cálcio no sangue.
h Reportados como evento de Síndrome da Lise Tumoral.
i Hiperuricemia: aumento de ácido úrico no sangue.
Experiência durante os estudos clínicos em LMA
A segurança de Venclexta® (venetoclax) (dose diária de 400 mg) em combinação com agentes hipometilantes (azacitidina [n=84] ou decitabina [n=31]) e Venclexta® (venetoclax) (dose diária de 600 mg) em combinação com citarabina em baixa dose (n= 82) é baseada em dois estudos não randomizados de pacientes com LMA recémdiagnosticados.
A duração média da exposição de pacientes em tratamento com Venclexta® (venetoclax) em combinação com azacitidina e decitabina foi de 6,4 meses (intervalo: 0,1 a 31,9 meses) e 5,7 meses (intervalo: 0,5 a 35,8 meses), respectivamente. A duração média da exposição em pacientes em tratamento com Venclexta® (venetoclax) em combinação com citarabina em baixa dose foi de 4,2 meses (intervalo: 0,2 a 29,2 meses).
As taxas de mortalidade de 30 e 60 dias observadas com Venclexta® (venetoclax) em combinação com azacitidina foram de 2,4% (2/84) e 8,3% (7/84), respectivamente.
As taxas de mortalidade de 30 e 60 dias observadas com Venclexta® (venetoclax) em combinação com decitabina foram de 6,5% (2/31) e 9,7% (3/31), respectivamente.
As taxas de mortalidade de 30 e 60 dias observadas com Venclexta® (venetoclax) em combinação com citarabina em baixa dose foram de 6,1% (5/82) e 14,6% (12/82), respectivamente.
Estudo M14-358
Em combinação com azacitidina
As reações adversas mais frequentes (≥ 30%) de qualquer grau foram náusea, diarreia, trombocitopenia, constipação, neutropenia, edema periférico, neutropenia febril, vômitos e fadiga e pneumonia.
Eventos adversos graves foram relatados em 73% dos pacientes. As reações adversas graves mais frequentes (≥ 5%) foram neutropenia febril e pneumonia.
Descontinuação devido a eventos adversos ocorreu em 19% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes que levaram à interrupção do tratamento (≥2%) foram neutropenia febril e pneumonia.
Interrupções de dosagem devido a eventos adversos ocorreram em 61% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes que levaram à interrupção da dose (≥2%) foram neutropenia febril, contagem de neutrófilos diminuída, neutropenia, pneumonia e trombocitopenia.
Reduções de dose devido a reações adversas ocorreram em 10% dos pacientes. A reação adversa mais frequente que levou à redução da dose (≥2%) foi diminuição da contagem de neutrófilos.
As reações adversas são apresentadas por órgão de sistema e por frequência. As frequências são definidas como muito comum (≥1/10); comum (≥1/100 a <1/10); incomum (≥1/1.000 a <1/100); raro (≥1/10,000 a <1/1.000); muito raro (<1/10.000); desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, os efeitos indesejáveis são apresentados em ordem decrescente de severidade.
As reações adversas notificadas em pacientes recém-diagnosticados com AML recebendo Venclexta® (venetoclax) em combinação com azacitidina são apresentadas abaixo.
Frequência Reações
Alterações no sistema sanguíneo e linfático
Reação muito comum
Trombocitopeniaa , neutropeniab , neutropenia febril, anemiac
Alterações gastrointestinais
Reação muito comum
Constipação, diarreia, náusea, vômito
Alterações gerais e condições do local de aplicação
Reação muito comum
Edema periférico, fadiga
Infecções e infestações
Reação muito comum
Pneumoniad
Reação comum
Bacteremia (bactérias na corrente sanguínea), sepse
a Trombocitopenia: diminuição na contagem de plaquetas.
b Neutropenia: diminuição da contagem de neutrófilos (glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo).
c Anemia: diminuição de hemoglobina.
d Pneumonia: pneumonia atípica / consolidação pulmonar / Pneumocystis jirovecii pneumonia / pneumonia influenza / pneumonia legionela / pneumonia estreptocócica / pneumonia fúngica / pneumonia viral respiratória sincicial / pneumonia por klebsiella / infecção pulmonar / pneumonia micobacteriana atípica.
Em combinação com decitabina
As reações adversas mais frequentes (≥30%) de qualquer grau foram trombocitopenia, neutropenia febril, náusea, constipação, fadiga, pneumonia, diarreia, neutropenia, vômitos e edema periférico.
Eventos adversos graves foram relatados em 77% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes (≥5%) foram neutropenia febril, pneumonia, bacteremia e sepse.
Descontinuação devido a eventos adversos ocorreru em 23% dos pacientes. A reação adversa mais frequente que levou à interrupção do tratamento (≥ 5%) foi pneumonia.
Interrupções de dosagem devido a eventos adversos ocorreram em 55% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes que levaram à interrupção da dose (≥ 5%) foram neutropenia febril, contagem de neutrófilos diminuída e pneumonia.
Reduções de dose devido a eventos adversos ocorreram em 6% dos pacientes. Nenhum evento foi relatado para mais de um paciente.
As reações adversas são apresentadas por órgão de sistema e por frequência. As frequências são definidas como muito comum (≥1/10); comum (≥1/100 a <1/10); incomum (≥1/1.000 a <1/100); raro (≥1/10,000 a <1/1.000); muito raro (<1/10.000); desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, os efeitos indesejáveis são apresentados em ordem decrescente de severidade.
As reações adversas notificadas em pacientes recém-diagnosticados com AML recebendo Venclexta® (venetoclax) em combinação com decitabina são apresentadas abaixo.
Frequência Reações
Alterações no sistema sanguíneo e linfático
Reação muito comum
Trombocitopeniaa , neutropeniab , neutropenia febril, anemiac
Alterações gastrointestinais
Reação muito comum
Constipação, diarreia, náusea, vômito
Alterações gerais e condições do local de aplicação
Reação muito comum
Edema periférico, fadiga.
Infecções e infestações
Reação muito comum
Bacteremia (bactérias na corrente sanguínea), pneumoniad , sepse
a Trombocitopenia: diminuição na contagem de plaquetas.
b Neutropenia: diminuição da contagem de neutrófilos (glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo).
c Anemia: diminuição de hemoglobina.
d Pneumonia: pneumonia atípica / consolidação pulmonar / Pneumocystis jirovecii pneumonia / pneumonia influenza / pneumonia legionela / pneumonia estreptocócica / pneumonia fúngica / pneumonia viral respiratória sincicial / pneumonia por klebsiella / infecção pulmonar / pneumonia micobacteriana atípica.
Anormalidades Laboratoriais
A Tabela a seguir descreve as anormalidades laboratoriais comuns relatadas durante todo o período de tratamento. Anormalidades laboratoriais essas que eram novas ou que agravaram desde o início do tratamento.
Tabela 06: Anormalidades laboratoriais novas ou que se agravam com Venclexta® (venetoclax). Relatado em ≥40% (qualquer grau) ou ≥10% (grau 3 ou 4) dos pacientes com LMA tratados com Venclexta® (venetoclax) em combinação com um agente hipometilante.

a Inclui anormalidades laboratoriais novas ou que agravam-se, ou agravam-se a partir de uma linha de base desconhecida.
M14-387
Em combinação com citarabina em baixa dose
As reações adversas mais frequentes (≥30%) de qualquer grau foram náusea, trombocitopenia, diarreia, neutropenia, neutropenia febril, fadiga, constipação e vômitos.
Eventos adversos graves foram relatados em 91% dos pacientes. As reações adversas graves mais frequentes (≥ 5%) foram neutropenia febril, pneumonia e sepse.
Descontinuação devido a eventos adversos ocorreram em 29% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes que levaram à interrupção do tratamento (≥2%) foram trombocitopenia e sepse.
Interrupções de dosagem devido a eventos adversos ocorreram em 55% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes que levaram à interrupção da dose (≥2%) foram trombocitopenia, neutropenia, neutropenia febril, vômitos, pneumonia e sepse.
Reduções de dose devido a eventos adversos ocorreram em 7% dos pacientes. A reação adversa mais frequente que levou a reduções de dose (≥2%) foi a trombocitopenia.
As reações adversas são apresentadas por órgão de sistema e por frequência. As frequências são definidas como muito comum (≥1/10); comum (≥1/100 a <1/10); incomum (≥1/1.000 a <1/100); raro (≥1/10,000 a <1/1.000); muito raro (<1/10.000); desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, os efeitos indesejáveis são apresentados em ordem decrescente de severidade.
As reações adversas notificadas em pacientes recém-diagnosticados com AML recebendo Venclexta® (venetoclax) em combinação com citarabina em baixa dose são apresentadas abaixo.
| Frequência | Reações |
| Alterações no sistema sanguíneo e linfático | |
| Reação muito comum | Trombocitopeniaa , neutropeniab , neutropenia febril, anemiac |
| Alterações gastrointestinais | |
| Reação muito comum | Constipação, diarreia, náusea, vômito |
| Alterações gerais e condições do local de aplicação | |
| Reação muito comum | Fadiga |
| Infecções e infestações | |
| Reação muito comum | Pneumoniad , sepse |
a Trombocitopenia: diminuição na contagem de plaquetas.
b Neutropenia: diminuição da contagem de neutrófilos (glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo).
c Anemia: diminuição de hemoglobina.
d Pneumonia: pneumonia atípica / consolidação pulmonar / Pneumocystis jirovecii pneumonia / pneumonia influenza / pneumonia legionela / pneumonia estreptocócica / pneumonia fúngica / pneumonia viral respiratória sincicial / pneumonia por klebsiella / infecção pulmonar / pneumonia micobacteriana atípica.
Anormalidades Laboratoriais
A Tabela a seguir descreve as anormalidades laboratoriais comuns relatadas durante todo o período de tratamento. Anormalidades laboratoriais essas que eram novas ou que agravaram desde o início do tratamento.
Tabela 07. Anormalidades laboratoriais novas ou que se agravam com Venclexta® (venetoclax). Relatado em ≥40% (qualquer grau) ou ≥10% (grau 3 ou 4) dos pacientes com LMA tratados com Venclexta® (venetoclax) em combinação com um agente hipometilante
| Anormalidade Laboratorial | Todos os Grausa (%) N=82 | Grau 3 ou 4a (%) N=82 |
| Hematologia | ||
| Diminuição na contagem de plaquetas | 98 | 95 |
| Diminuição absoluta na contagem de neutrófilos | 97 | 94 |
| Diminuição absoluta na contagem de glóbulos brancos totais | 96 | 95 |
| Diminuição absoluta na contagem de linfócitos | 95 | 65 |
| Diminuição de hemoglobina | 63 | 62 |
| Parâmetros bioquímicos do sangue | ||
| Glicose alta | 84 | 12 |
| Cálcio baixo | 82 | 15 |
| Sódio baixo | 63 | 11 |
| Bilirrubina total alta | 63 | 9 |
| Albumina baixa | 63 | 9 |
| Potássio baixo | 60 | 20 |
| Fosfato inorgânico baixo | 55 | 23 |
| Magnésio baixo | 45 | 1 |
| Fosfato alcalino baixo | 41 | 1 |
a Inclui anomalias laboratoriais novas ou que agravam-se, ou agravam-se a partir de uma linha de base desconhecida.
Importantes Reações Adversas
Síndrome da Lise Tumoral (SLT)
A Síndrome da Lise Tumoral é um importante risco identificado quando se inicia a terapia com Venclexta® (venetoclax).
Leucemia Linfocítica Crônica
Nos estudos clínicos iniciais de Fase I para determinação de dose, pacientes que tiveram uma fase de escalonamento de dose mais curta (2-3 semanas) e dose inicial mais alta, a incidência de SLT foi de 13% (10/77; 5 SLT laboratoriais; 5 SLT clínicas), incluindo dois eventos fatais e três eventos de insuficiência renal aguda, com um paciente necessitando de diálise.
O risco da SLT foi reduzido após a revisão do regime de dose e alteração para medidas de profilaxia e monitoramento. Nos estudos clínicos de venetoclax, pacientes com qualquer nódulo linfático com medida ≥ 10 cm ou com uma CAL ≥ 25×109 /L e qualquer nódulo linfático com medida ≥ 5 cm foram hospitalizados para permitir uma hidratação mais intensiva e monitoramento no primeiro dia da dose de 20 mg e 50 mg durante a fase de escalonamento de dose.
Em 168 pacientes com LLC iniciando com uma dose diária de 20 mg e aumentando por mais de 05 semanas até uma dose diária de 400 mg, a taxa de SLT foi de 2%. Todos os eventos foram de SLT laboratorial (anormalidades laboratoriais que se reuniram em ≥ 2 dos seguintes critérios no prazo de 24 horas de cada um: potássio > 6 mmol/L, ácido úrico > 476 µmol/L, cálcio < 1,75 mmol/L ou fósforo > 1,5 mmol/L ou quando reportados como eventos de SLT) e ocorreram em pacientes que tinham um nódulo linfático com medida ≥ 5 cm e/ou com uma CAL ≥ 25×109 /L. Todos os eventos foram resolvidos no prazo de 5 dias. Nestes pacientes não foram observados eventos de SLT com consequências clínicas tais como insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas ou morte súbita e/ou convulsões. Todos os pacientes tiveram uma CrCl ≥ 50 mL/min.
Leucemia Mieloide Aguda
Em combinação com azacitidina ou decitabina (M14-358)
Não foram reportados eventos laboratoriais ou clínicos de SLT com Venclexta® (venetoclax) em combinação com azacitidina ou decitabina com a implementação do cronograma de escalolamento de dose em adição às medidas padrão de profilaxia e monitoramento.
Em combinação com citarabina em baixa dose (M14-387)
A incidência de SLT foi de 2,4% (2/82) com Venclexta® (venetoclax) em combinação com citarabina em baixa dose com a implementação do cronograma de escalonamento de dose em adição às medidas padrão de profilaxia e monitoramento, Todos os eventos de SLT foram laboratoriais, não houve relatos de eventos clínicos e todos os pacientes foram capazes de atingir a dose alvo.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
Composição
Cada comprimido revestido de Venclexta® de 10 mg contém
10 mg de venetoclax.
Excipientes: copovidona, polissorbato 80, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico, estearilfumarato de sódio, água purificada, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido de ferro amarelo.
Cada comprimido revestido de Venclexta® de 50 mg contém
50 mg de venetoclax.
Excipientes: copovidona, polissorbato 80, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico, estearilfumarato de sódio, água purificada, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.
Cada comprimido revestido de Venclexta® de 100 mg contém
100 mg de venetoclax.
Excipientes: copovidona, polissorbato 80, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico, estearilfumarato de sódio, água purificada, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido de ferro amarelo.
Apresentação do Venclexta
Tratamento inicial 1º mês
Caixa com 42 comprimidos revestidos divididos em 4 embalagens semanais contendo:
| Semana 01 (cartela amarela) | 14 comprimidos revestidos com 10 mg de Venclexta® |
| Semana 02 (cartela rosa) | 7 comprimidos revestidos com 50 mg de Venclexta® |
| Semana 03 (cartela verde) | 7 comprimidos revestidos com 100 mg de Venclexta® |
| Semana 04 (cartela roxa) | 14 comprimidos revestidos com 100 mg de Venclexta® |
Tratamento semanal avulso de 10 mg
Cartela amarela contendo 14 comprimidos revestidos com 10 mg de Venclexta®.
Tratamento semanal avulso de 50 mg
Cartela rosa contendo 7 comprimidos revestidos com 50 mg de Venclexta®.
Tratamento mensal de manutenção
Embalagem contendo 120 comprimidos revestidos com 100 mg de Venclexta®.
Uso oral.
Uso adulto.
Superdose
Doses diárias de até 1200 mg de Venclexta (venetoclax) foram avaliadas em estudos clínicos. Não há nenhuma experiência de superdosagem nos estudos clínicos. Se uma superdosagem for suspeita, o tratamento deve consistir em medidas gerais de suporte.
Em caso de uso de grande quantidade de Venclexta, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interações medicamentosas
Efeitos de outros medicamentos em Venclexta® (venetoclax)
Venclexta® (venetoclax) é predominantemente metabolizado pela enzima CYP3A4.
Inibidores da CYP3A
A coadministração de cetoconazol aumentou a Cmax de venetoclax em 130% e a AUC∞ em 540%.
A coadministração de ritonavir aumentou a Cmax de venetoclax em 140% e a AUC em 690%.
Em comparação com 400 mg de venetoclax administrados isoladamente, a administração concomitante de posaconazol com 50 mg e 100 mg de venetoclax resultou em aumento de 61% e 86% na Cmax de venetoclax, respectivamente. A AUC24 do venetoclax foi 90% e 144% maior, respectivamente.
Para pacientes que requerem o uso concomitante de Venclexta® (venetoclax) com um forte inibidor da CYP3A (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, claritromicina, ritonavir) ou inibidores moderados da CYP3A (por exemplo, ciprofloxacino, diltiazem, dronedarona, eritromicina, fluconazol, verapamil) a administração deve ser realizada de acordo com a Tabela 05. Os pacientes devem ser monitorados de perto para sinais de toxicidade ao Venclexta® (venetoclax).
Retome a dose usual de Venclexta® (venetoclax) de 2 a 3 dias após a descontinuação do uso dos inibidores da CYP3A.
Produtos a base de toranja (grapefruit), laranja-azeda e carambola devem ser evitados durante o tratamento com Venclexta® (venetoclax), uma vez que contém inibidores da CYP3A.
Inibidores da OATP1B1/1B3 e P-gp
A coadministração de uma dose única de rifampicina, um inibidor da OATP1B1 e P-gp, aumenta a Cmax de venetoclax em 106% e a AUC∞ em 78%. Evite o uso concomitante de venetoclax com inibidores da P-gp (ex: amiodarona, captopril, carvedilol, ciclosporina, felodipino, quercetina, quinidina, ranolazina, ticagrelor) no início e durante a fase de escalonamento. Se for necessário utilizar um inibidor da Pgp, monitore atentamente os sinais de toxicidades.
Indutores da CYP3A
A coadministração de rifampicina uma vez ao dia, um forte indutor da CYP3A, diminuiu a Cmax de venetoclax para 42% e a AUC∞ para 71%. O uso de Venclexta® (venetoclax) com fortes indutores da CYP3A (por exemplo, carbamazepina, fenitoína, rifampicina, Erva-de-São-João) ou indutores moderados da CYP3A (por exemplo, bosentana, efavirenz, etravirina, modafinila, nafcilina) deve ser evitado. Considerar tratamentos alternativos com menos indutores da CYP3A .
Azitromicina
O uso concomitante de venetoclax com azitromicina diminuiu a Cmax de venetoclax em 25% e o AUC∞ em 35%. Não é necessário ajuste de dose quando o venetoclax é coadministrado com azitromicina.
Efeitos de Venclexta® (venetoclax) em outros medicamentos
Varfarina
Em um estudo de interação medicamento-medicamento em pacientes saudáveis, uma administração única de venetoclax com varfarina resultou em um aumento de 18% para 28% na Cmax e na AUC∞ da R-varfarina e S-varfarina. Uma vez que venetoclax não foi usado em estado estacionário, recomenda-se que a razão normalizada internacional (INR) seja cuidadosamente monitorada em pacientes recebendo varfarina.
Substratos de P-gp
A administração de uma única dose de 100 mg de Venclexta® (venetoclax) com digoxina resultou em um aumento de 35% na Cmax de digoxina e um aumento de 9% na AUC∞ de digoxina. Portanto, a coadministração de substratos P-gp de índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, everolimo e sirolimo) com Venclexta® (venetoclax) deve ser evitada. Se um substrato de P-gp de índice terapêutico estreito deve ser usado, ele deve ser tomado pelo menos 6 horas antes Venclexta® (venetoclax).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Ação da substância
Resultados de Eficácia
Armazenamento
Venclexta® (venetoclax) deve ser mantido em sua embalagem original e armazenado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C).
Embalagem destinada ao tratamento de manutenção (frasco com comprimidos revestidos de 100 mg): Após aberto, válido por 29 dias.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Informações legais
MS:198600014
Farm. Resp.:
Carlos E. A. Thomazini
CRF-SP nº 24762
Fabricado por:
AbbVie Ireland NL B.V.
Sligo – Irlanda
Embalado por:
AbbVie Inc. 1 N Waukegan Road
Illinois – EUA
Importado por:
AbbVie Farmacêutica Ltda.
Av. Guido Caloi, 1935, 1º andar, Bloco C
São Paulo – SP
CNPJ: 15.800.545/0001-50
Venda sob prescrição médica.