Aubagio 14mg, caixa com 30 comprimidos revestidos
Princípio ativo: Teriflunomida
Fabricante: Sanofi
Indicações
Aubagio está indicado para o tratamento de pacientes com as formas recorrentes de esclerose múltipla (doença neurológica inflamatória crônica, de causa desconhecida), para reduzir a frequência dos surtos e para retardar o acúmulo de incapacidade física.
Como Aubagio funciona?
Aubagio ajuda a proteger o sistema nervoso central dos ataques do sistema imune, limitando o aumento de algumas células brancas do sangue (linfócitos). Isto limita a inflamação que leva ao dano nervoso da EM.
Contraindicações
Aubagio está contraindicado em
- Paciente com insuficiência hepática grave;
- Paciente com hipersensibilidade (alergia ou intolerância) à teriflunomida, leflunomida ou a qualquer um dos componentes da formulação;
- Mulheres grávidas, ou mulheres com potencial de engravidar e que não estejam utilizando métodos contraceptivos confiáveis, durante o tratamento com teriflunomida.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência hepática grave.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Este medicamento causa malformação a bebê durante a gravidez.
Proibido para mulheres grávidas ou em idade fértil sem a utilização de métodos contraceptivos.
Precauções
Você deve tomar o comprimido com líquido por via oral.
A dose recomendada de Aubagio é de 14 mg, uma vez ao dia, administrada pela via oral.
Aubagio pode ser administrado com ou sem alimentos.
Não há estudos dos efeitos de Aubagio administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.
Insuficiência hepática
Não é necessário o ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve e moderada.
Aubagio é contraindicado em pacientes com insuficiência hepática grave.
Insuficiência renal
Não é necessário o ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal grave.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar Aubagio?
Não tome duas doses ao mesmo tempo para compensar a dose esquecida. Tome a próxima dose no horário agendado.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.
Efeitos colaterais
Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Diarreia, náusea, diminuição da quantidade de fios de cabelo e aumento de alanina aminotransferase (uma enzima do fígado).
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Gripe, sinusite, gastroenterite viral (inflamação estômago e intestinos causada por vírus), neutropenia (diminuição do número de células brancas do sangue), parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente), hipertensão arterial (aumento da pressão do sangue), dor na parte superior da barriga, dor de dente, vermelhidão na pele, dor musculoesquelética, menorragia (sangramento excessivo e/ou prolongado durante o período menstrual), aumento de gama-glutamiltransferase (uma enzima do fígado), aumento de aspartato aminotransferase (uma enzima do fígado), diminuição de peso e dor pós-traumática.
Polineuropatia
Nos estudos clínicos, a neuropatia periférica, incluindo polineuropatia e mononeuropatia (por exemplo: síndrome do túnel do carpo), foram reportados com maior frequência nos pacientes recebendo Aubagio do que nos pacientes recebendo placebo. A incidência de neuropatia periférica (alterações nos nervos periféricos), confirmada pelos estudos de condução nervosa nos estudos clínicos, foi de 1,9% (16 pacientes) em tratamento com 14 mg de Aubagio. O tratamento foi descontinuado em 5 pacientes, sendo que alguns deles se recuperaram após a descontinuação do tratamento.
Experiência pós-comercialização
Na experiência pós-comercialização de Aubagio, as seguintes reações adversas foram identificadas
Distúrbios do Sistema Imune
Reações de hipersensibilidade (alergia) imediata ou tardia, algumas das quais foram graves, como: anafilaxia (reação alérgica grave) e angioedema (inchaço da pele e mucosas, mais frequentemente em extremidades, na área genital e na face, especialmente ao redor dos olhos e nos lábios).
Distúrbios do Tecido Subcutâneo e Pele
Reações na pele graves, incluindo síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica ao medicamento caracterizada por lesões avermelhadas que costumam aparecer na boca, olhos, uretra, vagina e ânus) e necrólise epidérmica tóxica (reação alérgica ao medicamento caracterizada pelo aparecimento de bolhas e descolamento da pele).
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino (espaço existente entre os dois pulmões, no centro do tórax)
Doenças Pulmonares Intersticiais (DPI).
Distúrbios Gastrointestinais
Estomatite (inflamação da boca), pancreatite (inflamação do pâncreas).
Como estas reações são reportadas voluntariamente, a partir de uma população de tamanho incerto, não é possível estimar confiavelmente a sua frequência.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
Composição
Cada comprimido revestido contém:
14 mg de teriflunomida.
Excipientes: Lactose monoidratada, amido, hiprolose, celulose microcristalina, amido glicolato de sódio e estearato de magnésio O revestimento do comprimido é composto de hipromelose, dióxido de titânio, talco, macrogol e azul de indigotina, laca de alumínio.
Superdose
Não há experiência quanto à superdose ou intoxicação de teriflunomida em humanos. Doses diárias de 70 mg de teriflunomida por até 14 dias foram bem toleradas, em indivíduos saudáveis.
Em caso de superdose ou intoxicação relevante, recomenda-se o uso de colestiramina ou carvão ativado para acelerar a eliminação.
Interações medicamentosas
A via primária de biotransformação para a Teriflunomida (substância ativa) é a hidrólise, sendo a oxidação uma via de menor importância, com envolvimento limitado do citocromo P450 (CYP) ou das enzimas flavina monoamina oxidase.
Ação da substância
Resultados de eficácia
A eficácia de Teriflunomida (substância ativa) foi demonstrada em dois estudos fase 3, controlados com placebo, em pacientes com as formas recorrentes da esclerose múltipla, e um estudo fase 3, controlado com placebo, em pacientes com esclerose múltipla recente (isto é, com o primeiro episódio clínico).
O estudo 1 (EFC6049/TEMSO), duplo cego, controlado com placebo, avaliou doses únicas diárias de Teriflunomida (substância ativa) 7 mg e 14 mg, em pacientes com formas recorrentes da esclerose múltipla (EMR) durante 108 semanas. Todos os pacientes apresentavam o diagnóstico definitivo de esclerose múltipla (EM), exibindo um curso clínico de recidivas com ou sem progressão, com pelo menos uma recidiva no ano anterior ao estudo ou, pelo menos duas recidivas nos dois anos anteriores ao estudo.
Os indivíduos não tinham recebido interferon-beta por pelo menos 4 meses, ou qualquer outra medicação para EM por pelo menos 6 meses antes de entrar no estudo, nem foi permitido o uso destes medicamentos durante o estudo. Avaliações neurológicas foram realizadas na triagem, a cada 12 semanas até a semana 108 e em visitas não agendadas por suspeita de recidiva. Ressonância magnética de imagem (MRI) foi realizada na triagem, e nas semanas 24, 48, 72 e 108. O desfecho primário foi a taxa anual de recidivas (ARR).
Um total de 1088 pacientes com EMR foram randomizados para receber 7 mg (n=366) ou 14 mg (n=259) de Teriflunomida (substância ativa) ou placebo (n=363). Na inclusão, os pacientes tinham uma pontuação ≤ 5,5 na Escala Expandida do Estado de Incapacidade (EDSS). A idade média da população do estudo foi de 37,9 anos, a duração média da doença foi de 5,33 anos, e a média do EDSS basal foi de 2,68. Um total de 91,4% apresentava EM recorrente-remitente (EMRR) e 8,6% tinham a forma de EM progressiva com recidivas. O tempo médio com placebo foi de 631 dias, com 7 mg de Teriflunomida (substância ativa) foi de 635 dias, e com 14 mg de Teriflunomida (substância ativa) foi de 627 dias.
A ARR foi significativamente reduzida em pacientes tratados com 14 mg de Teriflunomida (substância ativa), comparado com os pacientes que receberam placebo (Tabela 1). Houve uma redução consistente na ARR, observada nos subgrupos definidos por sexo, idade, terapia anterior da EM, e atividade basal da doença.
O risco de progressão da incapacidade sustentada por 12 semanas (conforme avaliado pelo aumento de, pelo menos 1 ponto, do EDSS basal ≤ 5,5, ou o aumento de 0,5 ponto para aqueles com EDSS basal > 5,5) foi estatisticamente menor apenas no grupo da Teriflunomida (substância ativa) 14 mg comparado com o placebo (Tabela 1 e Figura 1).
O efeito da Teriflunomida (substância ativa) em diversas variáveis de imagem na Ressonância Magnética (MRI) foi avaliado, incluindo o volume total de lesões T2 e lesões T1 hipointensas. A mudança no volume total das lesões comparado com o basal foi significativamente menor no grupo 14 mg do que no grupo placebo. Pacientes tratados com Teriflunomida (substância ativa) tiveram, significativamente menos lesões realçadas por gadolínio por imagem ponderada T1 do que aqueles no grupo placebo (Tabela 1).
| Teriflunomida (substância ativa) 14 mg (N=358) | Placebo (N= 363) | |
| Desfechos Clínicos | ||
| Taxa Anual de Recidivas (desfecho primário) | 0,369 (p=0,0005) | 0,539 |
| Redução do risco relativo | 31% | — |
| Porcentagem de pacientes que permaneceram sem recidivas na semana 108 | 56,5% (p=0,0030) | 45,6% |
| Porcentagem de progressão da incapacidade na semana 108 | 20,2% (p=0,028) | 27,3% |
| Razão de azar | 0,70 | — |
| Redução do risco relativo | 30% | — |
| Desfecho MRI | ||
| Alteração média do volume total de lesões1 basal (mL) na semana 108 | 0,345 (p=0,0003)2 | 1,127 |
| Porcentagem de alteração relativa ao placebo | 69% | — |
| Número médio de lesões T1 realçadas por gadolínio por imagem | 0,261 (p<0,0001) | 1,331 |
| Redução relativa | 80% | — |
1 Volume total de lesões: soma das lesões T2 e T1 hipointensas, volume em mL.
2 Valores de p baseados na raiz cúbica transformada dos dados para volume total de lesões.
Figura 1: Gráfico Kaplan-Meier do tempo de progressão da incapacidade sustentada por 12 semanas – população intenção de tratar:

O estudo 2 (EFC10531/TOWER), duplo cego, controlado com placebo, avaliou doses únicas diárias de Teriflunomida (substância ativa) 7 mg e 14 mg em pacientes com as formas recorrentes da esclerose múltipla (EMR), com duração média do tratamento de, aproximadamente, 18 meses. Todos os pacientes tinham o diagnóstico definitivo de EM, exibindo um curso clínico de recidivas com ou sem progressão, com pelo menos uma recidiva durante o ano anterior ao estudo, ou pelo menos 2 recidivas durante os 2 anos anteriores ao estudo. Os indivíduos não haviam recebido interferon-beta, ou qualquer outro medicamento para EM, nos últimos 3 meses anteriores à inclusão no estudo, e nenhum destes medicamentos foi permitido durante o estudo. Avaliações neurológicas foram realizadas na triagem, a cada 12 semanas até o final do estudo, e em visitas não agendadas por suspeita de recidiva. O desfecho primário era a taxa anual de recidivas (ARR).
Um total de 1169 pacientes foram randomizados para receber 7 mg (n=408) ou 14 mg (n=372) de Teriflunomida (substância ativa) ou placebo (n=389). A idade média foi de 37,9 anos, a duração média da doença foi de 5,16 anos, e a média do EDSS basal foi de 2,7 (mediana do EDSS basal foi 2,50). A maioria dos pacientes apresentava EM recorrente-remitente (97,5%). O tempo médio com placebo foi de 571 dias, com Teriflunomida (substância ativa) 7 mg foi de 552 dias, e com Teriflunomida (substância ativa) 14 mg foi de 567 dias.
A ARR foi reduzida significativamente em pacientes tratados com 14 mg de Teriflunomida (substância ativa), comparado com os pacientes que receberam placebo (Tabela 2). Houve uma redução consistente na ARR, observada nos subgrupos definidos por sexo, idade, terapia anterior de EM, e atividade basal da doença.
O risco de progressão da incapacidade sustentada por 12 semanas (conforme avaliado pelo aumento de, pelo menos 1 ponto, do EDSS basal ≤ 5,5, ou o aumento de 0,5 ponto para aqueles com EDSS basal > 5,5) foi significantemente menor apenas no grupo de Teriflunomida (substância ativa) 14 mg comparado com placebo (Tabela 2 e Figura 2).
Tabela 2: Resultados clínicos do Estudo EFC10531/TOWER:
| Teriflunomida (substância ativa) 14 mg (N=370) | Placebo (N= 388) | |
| Desfechos Clínicos | ||
| Taxa anual de recidivas (desfecho primário) | 0,319 (p=0,0001) | 0,501 |
| Redução do risco relativo | 36,3% | — |
| Porcentagem de pacientes que permaneceram sem recidivas na semana 108 | 57,1% (p<0,0001) | 46,8% |
| Porcentagem da progressão da incapacidade na semana 108 | 15,8% (p=0,044) | 19,7% |
| Razão de azar | 0,69 | — |
| Redução do risco relativo | 31% | — |
Figura 2: Gráfico Kaplan-Meier do tempo para a progressão da incapacidade sustentada por 12 semanas – população com intenção de tratar:

O Estudo 3 (EFC6260/TOPIC), duplo cego, controlado com placebo, avaliou doses únicas diárias de Teriflunomida (substância ativa) 7 mg e 14 mg por até 108 semanas em pacientes com EM recente (isto é, com o primeiro episódio clínico). Os pacientes apresentaram o primeiro evento neurológico num período de 90 dias da randomização, com 2 ou mais lesões T2, com pelo menos 3 mm de diâmetro que são característicos de EM. O desfecho primário foi o tempo para o segundo episódio clínico (recidiva).
Um total de 618 pacientes foram randomizados para receber 7 mg (n=205) ou 14 mg (n=216) de Teriflunomida (substância ativa) ou placebo (n=197). A idade média da população do estudo foi de 32,1 anos e o tempo médio desde o primeiro evento neurológico foi de 1,85 meses, 59,1% dos pacientes entraram no estudo com um episódio monofocal, e 40,9% com um episódio multifocal. O tempo médio com placebo foi de 464 dias, com Teriflunomida (substância ativa) 7 mg foi de 464 dias, e com Teriflunomida (substância ativa) 14 mg foi de 493 dias.
O risco do segundo episódio clínico foi reduzido de forma estatisticamente significativa no grupo de 14 mg de Teriflunomida (substância ativa), comparado com o placebo (Tabela 3 e Figura 3).
O risco do segundo episódio clínico, ou uma nova lesão na MRI (uma nova lesão T1 ou T2 realçada por gadolínio), foi reduzida de forma estatística e significante no grupo de Teriflunomida (substância ativa) 14 mg, comparados com placebo (Tabela 3 e Figura 3).
Tabela 3: Resultados clínicos e de MRI do EFC6260/TOPIC:
| Teriflunomida (substância ativa) 14 mg (N=214) | Placebo (N= 197) | |
| Desfechos Clínicos | ||
| Porcentagem de pacientes que permaneceram sem um segundo episódio clínico na semana 108 (desfecho primário) | 76,0% (p=0,0087) | 64,1% |
| Razão de azar | 0,574 | — |
| Porcentagem de pacientes que permaneceram sem um segundo episódio clínico e sem nova lesão MRI na semana 108 | 28,5% (p=0,0003) | 13,0% |
| Razão de azar | 0,651 | — |
| Desfecho MRI | ||
| Alteração média do volume total de lesões1 basal (mL) na semana 108 | 0,227 (p=0,0374)2 | 0,202 |
| Número médio de lesões T1 realçadas por gadolínio por imagem | 0,395 (p=0,0008) | 0,953 |
1 Volume total de lesões: soma das lesões T2 e T1 hipointensas, volume em mL.
2 Valores de p baseados na raiz cúbica transformada dos dados para volume total de lesões.
Figura 3: Gráfico Kaplan-Meier do tempo para o segundo episódio clínico – população com intenção de tratar (EFC6260/TOPIC):

O efeito da Teriflunomida (substância ativa) na atividade MRI também foi demonstrada em um quarto estudo, randomizado, duplo cego, controlado com placebo, com pacientes com EM com recidivas. Um total de 179 pacientes foi tratado com o dobro da dose usual na primeira semana e, depois, recebeu 7 mg (n=61) ou 14 mg (n=57) de Teriflunomida (substância ativa) ou placebo (n=61) para o restante do período de 36 semanas de tratamento. O desfecho primário foi o número médio de lesões únicas ativas/MRI durante o tratamento.
O exame RMI foi realizado no início, semana 6, semana 12, semana 18, semana 24, semana 30 e semana 36. O resultado demográfico basal foi consistente em todos os grupos de tratamento. O número médio de lesões ativas únicas por MRI do cérebro, durante o período das 36 semanas de tratamento, foi menor nos pacientes tratados com Teriflunomida (substância ativa) 14 mg (0,98) e 7 mg (1,06) quando comparado com placebo (2,69), sendo que a diferença foi estatisticamente significante para ambos (p=0,0052 e p=0,0234, respectivamente).
Características Farmacológicas
Armazenamento
Aubagio deve ser mantido em sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Informações legais
Venda sob prescrição médica com retenção de receita.
MS125430026002-1.
Farm. Resp.:
Bruna Belga Cathala
CRF-SP 42.670.
Fabricado por:
Sanofi Winthrop Industrie
56 route de Choisy au Bac 60205 Compiegne
França
Registrado, importado e comercializado por:
Genzyme do Brasil LTDA
Rua Padre Chico, 224
Perdizes, São Paulo – SP
CEP 05008-010
CNPJ: 68.132.950/0001-03.
Indústria Brasileira.